29.11.01

Estado de Direito ou Ditadura

Caro Bacalhau,

A manobra jur�dica ocorreu, s� que esta transfer�ncia de atribui��o para liberar o sal�rio ocorreu ap�s a determina��o do STJ ao Paulo Renato. Portanto o PR deveria pagar!!!!!!! Esta tranfer�ncia de atribui��o s� deveria valer ap�s o pagamento de sal�rios. Ou ser� que a lei pode retroagir para favorecer o governo?


Pessoal, s� voltarei com maior frequ�ncia ap�s o dia 10, depois que resolver v�rias pend�ncias.
Erick acha que todo mundo gosta de dar o cu como ele!!!! O cara perdeu o caba�o da St� pro Ximbica e, desiludido, resolveu dar vaz�o aos seus instintos!!!!
Estado de Direito ou Ditadura

Pixotte, o Governo (FHC e o Advogado Geral da Uni�o, Gilmar Ferreira Mendes) realizou uma manobra jur�dica: via decreto administrativo (acho que n�o foi uma Medida Provis�ria) modificou a atribui��o do Min. Paulo Renato, este tinha atribui��o para liberar o pagamento dos professores e funcion�rios das Universidades P�blicas Federais, como o rol de atribui��es � definida internamente pelo Chefe do Poder Executivo (Ministro � cargo de "confin�a") nada impede que o Presidente redistribua ou retome tal atribui��o. Ocorre que a��es em face de Ministros s�o Julgadas pelo STJ, enquanto que as a��es em face - ou contra atos - do Chefe do Executivo Federal devem ser propostas perante o STF. Assim, a decis�o do STJ n�o pode ser imposta ao PR uma vez que o mesmo n�o tem mais atribui��o para determinar o repasse das verbas relativas ao pagamento dos sal�rios. Nota: o STF determinou que FHC providencie o pagamento (j�deve estara em nossas contas).
Caros Coc�bagos,
retorno ao conv�vio virtual.

Bares & Botequins
Bacana essa nova sess�o. Futuramente escreverei algo. No momento vem a mente a lembran�a do Ventapane, amigo do pai de Pixotte que era judoca faixa preta: est�vamos no Per�, maior perrengue, o dinheiro era s� para sair de noite e voltar para casa, mas ainda ficar�amos dois dias; na praia desde cedo, na barraca do Condinho todos morr�amos de fome sem ter como comprar comida; chega o Ventapane pede peixe frito, que ap�s alguns minutos foi servido sob nossos olhares esfomiados; o cara oferece um peda�o para n�s e d� as costas para o prato, quando se volta para a mesa, para petiscar seu acepipe, s� encontra a espinha; a cara que ele fez n�o foi muito boa, mas o peixe estava uma del�cia.

Trabalho
O trabalho � "INISTRO", como diz um colega. al�m disso tenho estudado para concursos. N�o sobra muito tempo. Desculpem a aus�ncia.

Textos
J� falei com o Coelho que separei alguns textos, mas falta passar a limpo. Tenho fotos que ainda n�o consegui "scanear", mas antes do Natal essa jo�a sai.


ABRA�OS

28.11.01

Eu nao recebi os emails referentes a busca da estefania e o resto da barangada.
O que t� acontecendo?

Vai aqui uma piadinha politicamente incorreta.:

Salim era milion�rio e n�o tinha se casado para n�o gastar dinheiro.
Seu �nico luxo era sua empregada, Jacira, uma morena pr� l� de gostosa.
Todo dia, durante anos, quando Salim chegava em casa, Jacira servia o
jantar e ia tomar banho. At� que um dia, Salim estava jantando e ficou
ouvindo o barulho da �gua, pensando na Jacira tomando banho.
Mastigava a comida e pensava na Jacira tomando banho...
Mastigava a comida e pensava na Jacira tomando banho ...
Mastigava a comida e pensava na Jacira tomando banho ... at� que se
levantou da mesa e foi at� o banheiro. Bateu na porta:
-Jacira, voc� est� tomando banho ?
-Estou seu Salim.
-Jacira, abre a porta pra Salim.
-Mas seu Salim, estou nua.
-Jacira, abre a porta pra Salim.
A Jacira n�o resistiu muito e acabou por abrir a porta. Salim entra no
banheiro, v� a Jacira nua e pergunta:
-Jacira, quer foder com Salim ?
-Mas seu Salim, eu n�o sei...
-Jacira, quer foder com Salim ?
-Sim, quero sim, seu Salim.
Ent�o Salim pulou em cima dela.... botou a m�o no registro do chuveiro
e disse:
-Jacira n�o vai foder Salim n�o !!!
E fechou o registro

27.11.01

Fala galera!
Muito boa mesmo a s�rie sobre bares & botequins. Recomendo que algum dos escritores de plant�o conte sobre aquele boteco na rua do boliche em Cabo Frio, onde faz�amos concentra��o antes de seguir para a Shock. Pelo que me recordo o gar�om tamb�m pegava �nibus e ficava puto quando a galera tomava saideiras ap�s saideiras. O coitado, assim como n�s, tinha que ficar esperando o �nibus at� as 6 da matina.

Tamb�m muito boas as recorda��es sobre Corumbau. Sugiro que Nareba desenvolva mais sobre as figura�as que encontramos no local. Lembra do Bidunga ou da traineira dele? E aquele �ndio que dormiu no conv�s da traineira sob um sol de 40 graus. E as tartarugas que iriam virar sopa na oca daquele indiozinho e acabaram salvas. E as loiras de Curitiba que quase arrombaram a porta do nosso quarto de hotel em S�o Mateus? Bons tempos! Tempos nos quais nossa maior preocupa��o era ficar contando, como passatempo, os sat�lites que rasgavam o c�u.

Ser� que L�cio, assim como Ximbica, andou dando uns amassos em Stef�nia ??? Ela est� desesperada atr�s dele. Telefonou-me perguntando se sabia o telefone de Reynaldo ou de algum de voc�s. Mesmo n�o sabendo o tel. do nosso amigo Jaspion, preservei o sossego de voc�s n�o repassando seus fones.

Deixa de ser viado Pixotte!!!!!! Que discurso de gay! Onde � que vc aprendeu essa porra de hiper-atarefado ??? Deve ter sido nos �ltimos congressos que vc participou em Pelotas ou Campinas. Pelo jeito as suas pregas devem estar hiper-detonadas... A prop�sito, voc�s sabiam que a cidade de Pixotte (PELOTINA), nada mais � que um reduto Gay originado pela associa��o dos grupos gays de PELOTas e campINAs ?

Abra�os a todos...
Procura-se L�cio desesperadamente
Acabei de falar com reynaldo e passar o recado desesperado de stef�nia. al�m da mensagem da pity, eu ainda recebi um e-mail da fernanda siqueira falando sobre o mesmo assunto...
ele n�o tinha lido os e-mails e disse que est� afastado do blog por conta do trabalho pesado
Pixote tamb�m disse que est� hiper atarefado (linguajar de boiola, n�?) e que s� vai voltar ao blog depois do dia 10

bares & botequins
a s�rie � fant�stica e merece ser continuada, Nareba!!
sobre a barraca do condinho, foi f�cil continuar a hist�ria, que j� havia sido iniciada de forma brilhante...

fim de ano
T� chegando a hora de fazer um novo encontro da galera. Pixote vem para o Rio na semana do natal. Temos que marcar um chop�o logo...

26.11.01

Batman de Stan Lee
Est� nas bancas, meus amigos. A DC pediu para o stan lee recriar a mitologia de seus principais personagens. A primeira revista foi a do batman. s� tem um problema:
� fraaaaaaaca
s� uma palinha da hist�ria:
para stan lee, o waine (que n�o se chama bruce) � negro, pobre, filho de um policial assassinado e revoltado com as injusti�as da vida. ele vai preso injustamente e, na cadeia, come�a a tramar a vingan�a contra o chef�o do crime que o jogou na pris�o. l� ele s� tem um amigo: um morcego que virou seu bicho de estima��o.
quando finalmente consegue a liberdade, descobre que pode ganhar dinheiro como lutador de luta livre. A� faz uma fantasia de morcego e fica milion�rio nos ringues.
depois que se entope de grana, se vinga do chef�o.
ponto final.

a pr�xima revista ser� com a mulher maravilha.
essa eu nem vou comprar...
S�rie � Botequins memor�veis � no. 3 � A Barraca do Condinho (O �ltimo � o primeiro)
Uma co-produ��o Nareba & Coelho
Praia do Per�. Cabo Frio. Barraca de paredes de madeira azul. Nem atraente, nem bonita. Especial apenas.
Era como se voc� mergulhasse em um quadro surreal. Estavam l� todas as figuras imposs�veis dos seus sonhos. O velho, dono do bar, o caseiro desligado e inocente e a maior turma de desajustados da Regi�o dos Lagos (na verdade, um bando de inocentes como aquele caseiro maluco).
Lembro que nas primeiras vezes que sentamos naqueles bancos de madeira mal-ajambrados, num inverno perdido l� em 1988, tom�vamos coca-cola e, quem tinha coragem, comia uns past�is de camar�o. Mas o card�pio era o que menos importava. Est�vamos curtindo a vida.
Era ali que coment�vamos a noitada anterior e combin�vamos a seguinte. Era dali que, olhando para o mar, fal�vamos sobre as ondas como se f�ssemos surfistas de verdade (apesar daquelas pranchas chinfrins que lev�vamos enroladas em cobertores cinza dentro do bagageiro do 1001). Sentados naqueles bancos de madeira, azar�vamos mulheres maravilhosas (como a menina da waterproof), sem que elas sequer soubessem de nossa exist�ncia.
Outros invernos passaram (e ver�es, outonos e primaveras) e aquela barraca na Praia do Per� nos viu crescer. Nos viu trocar a coca-cola pela cerveja. Mas acho que esta foi a �nica mudan�a significativa em nossas vidas. Continu�vamos sentando naqueles bancos como se eles fossem tronos. E n�s, os reis. Continu�vamos curtindo a vida.

O problema � que o tempo n�o p�ra...

Passei por l�, faz uns cinco ou seis ver�es. Acabei sentado nas cadeiras de madeira, olhando o mar �s quatro horas da manh�. Muito calor e lua cheia no c�u. Quase deu para ouvir a voz de Condinho gritando. Me senti rei outra vez...

25.11.01

Vou pegar carona na bela s�rie inaugurada por Nareba
Botequins memor�veis - n�mero �nico
O nome? Nunca soube.
Quantas vezes eu fui? S� uma.
O que tomei l�? Uma �nica cerveja. N�o sei nem qual foi a marca.
Mas foi a primeira.
O boteco (talvez fosse at� uma padaria, n�o sei bem) ficava em frente ao Instituto Biom�dico da UFF, l� em Niter�i. Eu tinha acabado de sair do pr�dio, ap�s quatro horas da �ltima prova da segunda fase do vestibular. Tava calor pra caralho (era janeiro, afinal). Na rua, encontrei Pixotte, que acabara de sair da prova tamb�m. Est�vamos confiantes... t�nhamos certeza da classifica��o.
- Porra, vamos tomar uma cerveja - o cara prop�s.
Cerveja ainda era algo fora de minha realidade. Na �poca eu costumava encher a cara de vodca ou run. Mas o motivo era nobre. Hav�amos acabado de sair da �ltima prova do vestibular.
Sentamos numa mesa l� dentro e pedimos a cerva. O cara trouxe a garrafa, o isopor e os dois copos. Brindamos � classifica��o e ao futuro...
Ao contr�rio do que eu imaginava, o primeiro gole n�o desceu quadrado.
Nada disso: aquela cerveja tinha gosto de vit�ria.
Dali para frente, muitas outras louras passaram pela minha vida. Algumas melhores, outras piores.
Igual �quela, no entanto, n�o houve nenhuma outra.

24.11.01

Fala, putada. t� sumido. a verdade � que tem faltado saco e tempo.
mas prometo voltar � carga nos pr�ximos dias...
abra�os

21.11.01

ABEL - Pato Branco

Pode parecer incr�vel para n�s cariocas, mas aqui no Paran� (pelo menos no interior), a classe m�dia estuda nas escolas p�blicas (fazem apenas o Cursinho nas particulares), q s�o iguais ou superiores �s particulares!!!! Por isso � q tinha aluno de classe m�dia no ABEL - Pato Branco. Deve ter pobre tb, mas com certeza a classe m�dia estuda l�!!!!
Soninha

Amigos, a Soninha tb � apresentadora da ESPN Brasil q em nota oficial disse q n�o julga seus profissionais por suas atitudes fora do trabalho. Concordo. Se ela n�o ia apresentar o programa fumada, acho q a TV Cultura n�o tem nada com isso. Al�m disso, num pa�s democr�tico todo mundo tem o direito de defender o q quiser. Voc�s leram a mat�ria?Leia aqui!!!! Ela apenas defendeu a descriminaliza��o da maconha, n�o incentivou ningu�m a usar. A pena de morte tb � ilegal neste pa�s e tem gente q defende. � a mesma coisa, ok?
E n�o rola o argumento q ela tem q dar o exemplo. O Renato Russo era viado, e ao q me consta, em todo pa�s apenas o Erick e o Xuxa resolveram dar o cu para seguir seu exemplo (um percentual muito pq da popula��o).

20.11.01

A� galera... Agrade�o a lembran�a �queles que lembraram. O churrasco foi embargado por falta de grana. Mas se tudo der certo ano que vem rola um em S. Francisco. Pras bichinhas de plant�o n�o ficarem assanhadas: S. Francisco - Niter�i.
Quanto a La Salle em Pato Branco, a escola � realmente p�blica e faz parte da congrega��o. Se eu n�o me engano a escola de Bras�lia e a de Canoas no RS tamb�m s�o p�blicas. Os pais da gente bancavam essa putada toda. Se fossem todos pobrezinhos tudo bem mas tinha classse m�dia pra cacete nestas tr�s escolas.
Visitei-as nas minhas excurs�es pelo Brasil com a orquestra do ABEL.
Tamb�m quero que a Soninha que se foda. Estou com Erick. Isso � apologia das drogas. CRIME.
Quero mais que a Soninha se foda... Pessoas p�blicas s�o formadoras de opini�o e devem medir muito bem suas declara��es. N�o tenho nada contra maconheiros, s� contra maconheiros burros.
Estado de Direito ou Ditadura?

Gostaria que os nobres colegas advogados me esclarecessem porque o Ministro Paulo Renato n�o precisa cumprir uma ordem judicial. Por acaso ordem judicial s� serve para n�s mortais? Por que o Poder Judici�rio n�o emite uma ordem de pris�o ao dito cujo? O executivo n�o est� quebrando a harmonia entre os tr�s poderes? Acho que estamos vivendo a maior crise institucional desde o fim da ditadura...
Demiss�o da Soninha

Vamos entupir o email da TV Cultura em protesto contra a demiss�o arbitr�ria da Soninha, q teve coragem de assumir uma posi��o pol�mica. Indepedente do fato de ser contra ou a favor da descriminaliza��o do uso da maconha, devemos lutar pelo direito das pessoas serem livres para expressar suas posi��es sem serem repreendidas por isso. Uma sociedade s� ser� justa se os cidad�os forem livres.
Estou encaminhando abaixo os emails do programa RG, do atendimento ao telespectador e da ger�ncia de produ��o.

Programa RG
Atendimento ao telespectador
Produ��o

19.11.01

Que marasmo no feriado...
ABEL P�blico

Lembram da Lassal�ada? Pois �. Tinha ABEL de Bras�lia, Botucatu, Toledo, S�o Carlos, Niter�i...Algu�m lembra de algum outro?
Estive visitando um amigo do Rio numa cidade aqui perto, Pato Branco (~350 Km). Ele mora ao lado de um col�gio estadual q se chama La Salle. O mais espantoso � que o uniforme e o s�mbolo s�o identicos ao de nosso ex-col�gio. Algu�m sabia que ABEL tb pode ser p�blico? Algu�m se lembra de La Salle - Pato Branco?

15.11.01

Parab�ns � bicha loura por mais um anivers�rio!!!
Este ano n�o vai ter churrasco?

Parab�ns tamb�m aos escritores da coceba que a cada dia t�m se superado.

Pixote, a sua est�ria � autobiogr�fica sim! Vc deve ser o amigo barangueiro do Caveira...
Sobre a sua pergunta: reza a lenda que os primeiros exploradores espanhois ao chegaram ao rio Orinoco depararam com palafitas de �ndios, da� o nome em portugu�s pequena Veneza, em espanhol: Venezuela.

Nareba, seus contos est�o muito m�rbidos. Devem ser resultado de anos de conviv�ncia com o submundo violento de S.G.

Coelho, quando teremos a reedi��o da sua festa?

Abra�os a todos.

14.11.01

O Caveira � inspirado numa figura real. O comanheiro dele tamb�m. S� isso. Nada mais � real.

Parab�ns Xuxa!!!!!!

Hoje tem Venezuela... (Algu�m sabe pq este pa�s tem este nome?)
t� ficando foda escrever aqui na coceba. pixote e nareba decidiram exercitar seus dotes liter�rios e agora xuxa promete voltar � coceba na semana que vem
por falar em xuxa, amanh� (dia 15) � anivers�rio daquele viadinho
ser� que vai ter festa???

13.11.01

E ai Pixote. T� na cara que teu texto � autobiografico!!!
O viado do Binho j� deu as caras?
A partir de segunda to de volta na coceba!
Gostei pra caralho do texto do Nareba. Quem � a pilantra que tu suicidou? HAHA
Senhores do Conselho, obrigado pelo incentivo, mas n�o d� pra acompanhar a produ��o de voc�s (em quantidade e qualidade). Aquele desafio que deixei � para fazermos uma esp�cia de "A fila". Algu�m podia escrever a est�ria na �tica da Mocr�ia, tipo como ela foi parar na casa do cara, sei l�. Sei q talvez a id�ia n�o vingue, pq cada um tem suas inspira��es pr�prias.

12.11.01

C�s t�o muito doidos! Pixotte, seu texto t� manero. Voc� e Nareba fazem uma dupla incr�vel.
Os textos publicados est�o me dando coragem para enviar outras bobagens - bobice � marca registrada do Coelho - de minha autoria. Quase todas s�o antigas, cobrem um per�odo da 8� s�rie at� 2 anos antes da formatura na faculdade. O texto j� publicado na COCEBA foi feito sob encomenda, ap�s longo per�odo de esterilidade (advocat�cia). Quem sabe assim n�o reativo alguns neor�nios criativos.

BLOGGER

O jornal O GLOBO de hoje, Inform�tica, traz uma reportagem sobre blogs com muitas dicas interessantes. Recomendo a leitura.
Considera��es Iniciais

T� mandando um texto, mas � dif�cil tentar manter o n�vel de voc�s, por isso prometo tentar melhorar sempre.

A est�ria n�o � autobiogr�fica, nem de leve...

Deixo os personagens a disposi��o, caso algu�m queira escrever sobre o presente, passado ou futuro de qualquer um dos quatro (na verdade � um desafio!!!)...

Saiu tudo de uma vez, n�o pensei muito, nem revisei direito, perdoem o amadorismo...

L� vai...

Passada no Escrit�rio


Eram onze e meia. Acordou com aquele zumbido ensurdecedor na cabe�a. N�o conseguia abrir os olhos nem se mexer, apenas tentava lembrar aonde tinha ficado a porra da neosaldina. Passou uns minutos imaginando como seria bom mover objetos com a mente. Queria que uma garrafa de Big Coke viesse diretamente do congelador para sua boca. Se arrependeu do brilho da noite anterior. Era uma ressaca daquelas. Como quase todo dia.
Resolveu arriscar e abrir os olhos. Teve uma vis�o aterradora ao dar de cara com uma mocr�ia horrorosa, nua ao seu lado, (Nota do autor: imagine o Nareba de peruca loura, com cabelos bem crespos, tipo o de Pia�ava, ex-namorada de Binho!!!!), mas pelo menos acabou se sentindo menos envergonhado pelo broxada daquela noite. Come�ou com um pensamento quase obsessivo. �Nunca mais saio com o Caveira. Nunca mais saio com aquele filho da puta!!!! Acabou, agora � s�rio�. Vinha prometendo isto para si desde que resolveu largar as drogas, a uns oito meses, mas tinha reca�das com muita freq��ncia.
Levantou-se com uma dificuldade incr�vel, passou a m�o sobre a c�moda, pegou um comprimido e foi direto pra geladeira. Teve que se contentar com �gua. Voltava para o quarto pensando em como se livrar rapidamente daquela coisa, quando o telefone estoura seus t�mpanos.
- Fala merm�o...vamos a praia!!!!
- Porra Caveira, te ligo depois.
- Olha o sol l� fora...
- Te ligo depois cumpadi...
Desligou. Sabia que n�o tinha se livrado do Caveira. Tinha que sumir com o tribuf� antes que o companheiro chegasse. Cutucou-a com um comprimido na m�o e um copo d��gua, e quase n�o acreditou quando ela disse que n�o precisava.
Enquanto a coisa se vestia, ele ficava rezando pra ela ir logo. Pensou em botar uma vassoura atr�s da porta, mas se lembrou que n�o acreditava nessas babaquices.
- Pra onde voc� vai?
- Tenho que pegar um �nibus at� a rodovi�ria e outro pra Coelho Neto. Me empresta cinco pratas?
Procurou na carteira vazia, passou as m�os nas �ltimas moedas e entregou para ela. Quando come�ava a explicar como fazer pra ir para o Rio, toca uma buzina conhecida na frente de casa. Era ele.
Antes que pudesse pensar em qualquer coisa, ouve passos pelo corredor.
- Chegou t�o doido que deixou a casa aberta...
Antes de responder, percebe o riso nos olhos do Caveira. Sabia que seria sacaneado pelo resto da vida.
- Vamos pegar uma praiana. Damos uma passada no escrit�rio e vamos direto pra Itaqu�. Aproveito e dou uma carona pra sua amiga. Pra onde a princesa vai?
Entraram no carro. Achou muito estranho o intiner�rio do Caveira, mas logo percebeu a sacanagem. Chegaram no ponto final do 996 e o Caveira mandou ela descer, com as devidas instru��es pra chegar na Rodovi�ria. Ficou com algum remorso porque sabia que o dinheiro n�o ia dar, mas antes dela voltar sa�ram cantando pneu.
Pegaram o caminho pro escrit�rio ouvindo �O Rappa�. Pegaram a ponte, acenderam um back e tudo ficou engra�ado. Acharam estranho aquele engarrafamento no s�bado de manh�. Depois de quarenta minutos, entraram no acesso pra rodovi�ria e viraram a direita, na dire��o da Quinta da Boa Vista. N�o conseguiam esconder a fissura. Quanto mais perto chegavam, mais longe pareciam estar, por causa da lerdeza do fusquinha 79. A Visconde de Niter�i nunca foi t�o grande.
Chegaram. Pararam o carro. Entraram no beco de sempre. O mesmo frisson. A mesma feira. A mesma gritaria. A mesma d�vida. Um grito chamou a aten��o.
- Homem preto n�o mente, homem preto n�o mente. O melhor p� do Rio. Homem preto n�o mente, homem preto n�o mente, o melhor p� do Rio.
Se entreolharam.
- E a� sangue, � bom mesmo?
- Que que foi chefia. Melhor p� do Rio. T� falando. Homem preto n�o mente. Esse � garantido. Melhor p� do Rio.
- Quanto t�?
Gastaram os �ltimos centavos e ainda agradeceram o desconto de R$ 1,40. Entraram no carro e deram a partida. O Caveira prepara a carreira em cima da revista de estima��o. Espera subir na Ponte pra dar a primeira cafungada.
- E a� Caveira?
Sil�ncio. O Caveira olha pro teto e massageia o nariz.
-E a� Caveira? Fala, porra!!!!!
Os olhos do Caveira brilham....de raiva, muita raiva.
- VOU MATAR AQUELE CRIOULO FILHO DA PUTA. VOU MATAR AQUELE CRIOULO!!!! FILHO DA PUTA!!!! A M�E DELE DEVE TAR NA ZONA DANDO O CU AGORA!!!!EU MATO AQUELE CRIOULO!!!!
Ficou em d�vida. N�o conseguia saber se o p� era muito ruim ou muito bom. A fissura aumenta.
- Bate uma pra mim.
- Pra qu�. Isso aqui � quase um talco. Vou matar aquele crioulo.
Ele queria assim mesmo. Sabia que por pior que fosse, daria pelo menos um al�. Enquanto o Caveira preparava, o motor come�a a falhar. O carro engasga. Engasga. Engasga. Morre. N�o d� partida. Acabou a gasolina. Os dois cheiram tudo. Saem do carro pra esperar socorro. Na outra pista v�em a mocr�ia passar na janela do 996. Lembraram do passeio de Ponta d�Areia at� Charitas. Crioulo filho da puta.


Nareba, � impress�o minha ou voc� t� na depr�???? Ou foi um p� na bunda inesquec�vel???? De qualquer forma, parab�ns!!!!

Coelho, mandou bem. Concordo plenamente com a cr�tica de Nareba.
Porra pessoal, assim voc�s v�o me deixar com vergonha de escrever!!!!!

Coelho, acho que voc� deveria guardar estas hist�rias pra depois a gente lan�ar um livro: "Cr�nicas da Coceba". Acho que n�o vai dar grana, mas pode rolar uma entrevista no J� (se bem que eu gostaria mesmo � de ir no Jo�o Gordo!!!).

Publico minha est�ria at� o fim da semana!!!!

9.11.01

Como n�o sei se terei condi��es de postar meu texto no domingo, j� vou mand�-lo hoje. (talvez vcs j� tenham lido l� no outro blog, mas tudo bem). A� vai:

A briga, daquela vez, tinha sido pra valer. Uma briga pela honra. Honra de homem tra�do. Ele estava desconfiado da namorada h� algum tempo e, naquele dia, resolveu tirar a d�vida a limpo. O pior � que ela nem tentou negar nada. Disse de primeira, na cara dele, que havia sa�do com outro sim, e da�? E completou o linchamento moral do namorado com uma frase curta, mas com um significado profundo: �E eu gozei�.

Instintivamente, como qualquer animal acuado, ele atacou. Deu um tapa no rosto da menina e saiu batendo a porta antes mesmo de ouvir o primeiro solu�o dela. Nunca havia se sentido assim em toda a vida. Nunca havia experimentado o �dio. J� no carro, acabou descontando no pedal do acelerador todo a raiva que estava em seu peito. Na cabe�a, uma id�ia fixa n�o o deixava raciocinar direito: queria se vingar. Imaginava chegar na faculdade, no dia seguinte, com uma mulher maravilhosa, tipo capa de revista. Iria dizer para todo mundo que j� estava com essa outra h� muito tempo e inventar hist�rias sobre a frigidez da agora ex-namorada. Queria humilh�-la publicamente. Transform�-la em motivo de chacota entre os amigos. V�-la chorando pelos cantos...

Pensava justamente nisso quando aconteceu o acidente. Ele estava absorto demais em suas fantasias para perceber que o sinal do cruzamento bem a sua frente havia ficado vermelho de repente, sem nem passar pelo amarelo. Felizmente, a batida nem foi muito forte. O susto foi bem maior. Ele desceu correndo do carro, para ver se o outro motorista estava bem. Se j� estava nervoso por causa da briga e da batida, ficou ainda mais quando notou que o outro carro era uma Ferrari estalando de nova.
� Putz. T� fudido.
Quase n�o acreditou quando, de dentro da Ferrari, saiu uma morena fenomenal, estilo Sheila Carvalho, s� que ainda mais gostosa. E ela estava sorrindo. Sorrindo para ele!
� Que confus�o, hein? � disse a mulher, que o comia com os olhos.
� Acho que n�o vi o sinal fechado � comentou o rapaz, meio sem gra�a.
� Ningu�m teve culpa de nada, gatinho. Ou melhor: foi culpa do destino.
� O qu�??
� Foi o destino que fez a gente se encontrar aqui. Eu acredito muito nessas coisas.
Ele n�o estava entendendo nada. Havia acabado de bater no carro daquela mulher e, ao inv�s de brigar, ela o estava azarando. E foi justamente ela quem sugeriu:
� Por que a gente n�o vai para um lugar mais tranq�ilo para conversar. Vai que passa um carro da pol�cia aqui e cisma de querer abrir ocorr�ncia por causa dessa bobeirinha. Al�m disso, estou sentindo que voc� est� muito nervoso.
Acabaram indo para um bar chiqu�rrimo na Zona Sul.
� Fica tranq�ilo. � tudo por minha conta � anunciou a morena, que atraiu os olhares de todos os homens do local.
Sentaram numa mesa no cantinho. Ela pediu uma tequila. Pura. Ele preferiu uma cerveja importada.
Logo ap�s a primeira rodada, ela perguntou:
� O que est� acontecendo com voc�, gatinho. Estou sentindo uma vibra��o t�o negativa vindo de voc�.
O rapaz estava realmente tenso. Mas, instigado pela mulher e pela bebida, disparou a falar da briga com a ex-namorada, da trai��o, da raiva que estava sentindo. Quando falou de sua vontade de se vingar, os olhos da morena brilharam.
� Foi por isso, gatinho. Foi por isso que nos encontramos. Vou ser muito direta: gostei de voc�. Muito. Se voc� quiser, posso te ajudar a realizar seu plano...
Ele apenas sorriu.
Acabaram a noite num motel, fazendo sexo como ele nunca havia feito antes: intenso, agressivo, violento, arrebatador...

Naquela tarde, ele chegou na faculdade dirigindo a Ferrari. Escolheu um hor�rio perfeito: quase todo mundo estava fora da sala e viu quando a morena desceu do carro, andou at� o lado do motorista e abriu a porta para o rapaz sair. Depois, recostados no cap�, os dois se atracaram num beijo t�o ardente que alguns caras que estavam na escada chegaram a aplaudir. A gritaria na porta do pr�dio chamou a aten��o de quem estava l� dentro. E, entre as pessoas que foram at� a rua para ver o que acontecia, estava a ex-namorada do rapaz.

Pela forma como ela voltou correndo para dentro do pr�dio, ele teve certeza que sua estrat�gia tinha dado resultado. Deu um �ltimo beijo na morena e seguiu, peito inflado, rumo ao port�o. Antes de desaparecer no edif�cio, ainda ouviu a mulher gritar l� de fora:
� Eu te amo, meu garanh�o!

Aquilo foi o assunto do dia. Todos os homens de todas as turmas foram perguntar a ele quem era aquela deusa. E o rapaz, sem o menor remorso, contava que era sua amante h� meses. Falava que n�o havia terminado com a colega de turma antes por pena:
� Ela era virgem, sabe? Eu tive que ensinar tudo. E a� fiquei me sentindo mal de jog�-la fora, depois. Mas ela era muito ruim na cama. Eu s� transava por obriga��o.

Mais tarde soube que sua ex-namorada tinha passado horas chorando no banheiro e ido embora por n�o suportar mais os olhares piedosos e os risinhos abafados dos outros estudantes. Soube tamb�m que ela chegou a tentar reverter a situa��o, dizendo que tinha tra�do o rapaz e que ele tinha pau pequeno. Claro que ningu�m acreditou. Ela estava com dor-de-cotovelo.

Quando as aulas terminaram, j� no in�cio da noite, todos correram para o port�o. Queriam ver se a morena estaria l� outra vez. E ela estava. Ainda mais sexy do que na hora da entrada: usava um vestido vermelho decotad�ssimo, que mostrava muito mais do que escondia. Assim que avistou o rapaz descendo as escadarias, correu ao encontro dele, beijando-o com paix�o.

Foram direto para o mesmo motel da noite anterior. No caminho, ele contou como tinha sido a tarde e falou, entusiasmado, sobre a vingan�a. A morena sorriu maliciosamente.

Na cama, o sexo foi ainda melhor. Mais intenso, mais agressivo. Chegou a sentir dor quando a mulher cravou as unhas em suas costas, arrancando sangue. Mas o prazer era maior. Muito maior.
Pouco antes de o sol nascer, a morena o acordou com um beijo.
� Vamos, meu amor. Est� na hora.
� Na hora de qu�?
� Na hora de irmos embora.
� Para onde? N�o �amos ficar aqui at� mais tarde, como ontem?
� N�o, gatinho. Hoje � diferente. Eu j� cumpri minha parte no trato.
� Que trato? Do que voc� est� falando?
� Voc� n�o queria se vingar da sua namorada?
� Isso. E voc� se ofereceu para ajudar.
� Ent�o. Agora voc� tem que me pagar.
� T� maluca? A gente n�o combinou pagamento nenhum.
� � verdade. N�o combinamos nada. Eu me antecipei. Mas, quando vi voc� ali no seu carro, chegando no meu cruzamento, na minha encruzilhada, n�o consegui resistir. Voc� estava t�o tristinho, t�o furioso, t�o bonitinho. Havia tanto �dio... Foi como eu te disse: gostei de voc�. Mas, infelizmente, nunca fa�o nada de gra�a.
� O que voc� quer de mim?
� Quero voc�. Para sempre.
Neste momento, o rosto da morena transfigurou-se. Na penumbra do quarto, o rapaz s� conseguiu ver os olhos dela se acendendo como fogo. Apavorado, ele correu at� a porta, mas nunca chegou a alcan��-la.

Na tarde seguinte, durante o vel�rio, a ex-namorada estava catat�nica. N�o conseguia parar de pensar que, algumas horas antes, havia decidido pedir desculpas ao rapaz e contar para ele que a hist�ria do amante era simplesmente mentira.
bravo, Nareba
brav�ssimo
suave e amargo ao mesmo tempo.
reynaldo matou a charada pela metade: � autobiogr�fico, sim. mas � um autobiogr�fico coletivo. aposto Todos n�s tivemos momentos assim em nossas biografias
parab�ns, camarada


Agora � minha vez de perguntar: � autobiogr�fico, nareba?
Boa nareba...

8.11.01

Pior que perder pra Bol�via � se classificar assim mesmo e dar vexame na Copa!!!!
FRED�O
Caros Coc�bagos, o problema de Fred�o � que ele vive um estado de semi-casado! Resumindo, o computador ao qual ele tem acesso n�o tem acesso � internet. O cara dificilmente est� em casa e quando est� n�o liga a m�quina. J� apelei ao amigo Vulcano.

Fotos e imagens

Amigos, como fa�o para inserir fotos e/ou imagens no blog?

CONTADOR

211 visitas at� o momento.

7.11.01

The Strokes
relendo um post de nareba (que perguntava se a banda era boa), lembrei de comentar essa hist�ria.
Tamb�m estava curioso em rela��o ao som dos caras. No fim de semana, resolvi baixar tr�s m�sicas deles. Escolhi tr�s do novo cd (is this it?) que estavam sendo bem comentadas no site do submarino.
Achei fraaaaaaaaaco... o som � um ling-ling fudido, sabe? um roquinho chinfrin, meio subdesenvolvido.
Pra mim, a banda s� est� com esta bola toda por aqui porque tem um brasileiro na forma��o.
A n�o ser que as outras m�sicas (as que eu n�o baixei) sejam boas pra caralho, d� pra trocar o nome do cd para This is shit
Pelo menos ficaria mais pr�ximo da realidade...
W.O.

Porra, o Nareba t� escondendo cobra?!?!!?!!?? Me falaram q o W.O. tamb�m � especialista em dar r� no Quibe.

Isto�
Estou recomendando mais uma vez a leitura da entrevista da Isto�. Desta vez o entrevistado mete o pau na pol�tica externa americana, no projeto Guerra nas estrelas, na prote��o americana a Israel e at� no embargo econ�mico a Cuba e ao Iraque. J� lemos estas coisas por a�, mas a diferen�a � que a entrevista � com um militar americano, que trabalhou no desenvolvimento do Guerra nas estrelas, participou dos Governos Ford e Carter e conhece profundamente as t�ticas militares americanas. � s� clicar aqui para ler: entrevista
FRED�O
L�cio, camarada, s� voc� pode trazer fred�o de volta para a luz. D� um toque no cara. Diz que a galera t� cobrando a presen�a dele no blog e que estamos contando com pelo menos uma cr�nica para nossa nova s�rie semanal. N�o deve ser t�o complicado assim sentar quinze minutos em frente ao computador, conectar-se � Internet e mandar um ou dois posts. Cr�nicas eu acho que ele j� deve ter v�rias arquivadas no HD. � s� escolher uma e mandar pro ar.

W.O.
Essa hist�ria de m�gico � meio estranha, Nareba. Acho que o cara te ensinou alguns truques, como desaparecimento de cobra e degluti��o de espadas.



6.11.01

� verdade, amigos. � verdade. existe um outro blog, chamado "o gato da vizinha e outras bobices sem t�tulo"
o �nico problema de todo mundo visitar este outro blog � que vcs j� v�o ler os textos que estou escrevendo para colocar na coceba, dentro de nosso arranjo/combina��o.
enquanto n�o chega meu dia de publicar, eu fico escrevendo e hospedando as hist�rias l� no outro blog.
enfim, acho que isso vai me obrigar a escrever algo in�dito para o pr�ximo domingo.
abra�os e boa leitura!!


Clique na Coceba�s girl para ampliar

































5.11.01

Caros Coc�bagos, o texto n�o �, em si, autobiogr�fico. Poderia classific�-lo de realidade nada fant�stica. Digamos que retirei elementos do cotidiano, presente e passado, de algo que conhe�o bem (dos dois lados). De fato, o texto ficou grande, mas creio que n�o poderia retirar algo sem prejudicar o todo. No mais � uma caricatura do servi�o p�blico, de pessoas estranhas e situa��es "absurdamente reais". Como disse, s�o pessoas que podem ser encontradas em qualquer reparti��o p�blica ou empresa privada, algumas cruzaram meu tortuoso caminho neste mundo, outras s�o o del�rio do seu ensandecido amigo.

LITERATURA

Texto do Nariz: gostei! Curto, objetivo, bem estruturado e deixa aberta a possibilidade de cada um imaginar como continuaria a est�ria (acho que o objetivo n�o � esse, mas foi o que veio em mente quando terminei de ler). Bem diferente do meu texto. O PULP TUPINIQUIM foi bem criativo, inclusive com rela��o a inser��o da gloriosa cidade de Itabora�.

Neste momento o CONTADOR marca 153 visitas.

Devo concordar com os nobres colegas, meu voto tamb�m � para Ana Cl�udia.

Abra�os

Audi�ncia
Estamos caminhando, amigos... estamos caminhando
s� n�o tenho a menor id�ia de onde vamos chegar...

Textos
Fico feliz por encontrar, na coceba, os dois primeiros textos de nosso arranjo/combina��o.
Nareba deu uma de Tarantino e foi atr�s de inspira��o (com trocadilho, por favor) nos pulp que desnudam o underground (tanto faz se nova-iorquino ou gon�alense). E n�o se preocupe com os lugares comuns, meu amigo. At� porque, seu texto n�o os tem aos borbot�es.
L�cio, meu filho, aquilo n�o era autobiogr�fico, n�o, n�???

Ana Claudia
Lembram dela? Nossa amiga Elba, paix�o enrustida de Fred�o e Brown durante anos...
Pois �, um outro colega meu mandou pica nela na �poca da faculdade. E se apaixonou. Hoje ele contou um pouco sobre essa paix�o no blog dele. D�em uma olhada. � s� clicar neste endere�o http://gustones.blogspot.com e ler o post Mulheres que amamos 2, Ana. Vale a pena conferir.

Blog-se
Voc�s viram a mat�ria de capa do Caderno de Inform�tica do Globo, hoje?
Audi�ncia

Continuo impressionado com nossa audi�ncia. Pulou de 117 para 140, e s� entraram mais dois posts.

Textos

Aindo n�o li o texto do Bacalhau (t� meio grande e estou sem tempo), mas o Narigudo est� de parab�ns. Perguntinha que n�o quer calar: Se o matador fosse parente de Nareba, quanto seria "coca�na pra matar um elefante? 2 Kg?

4.11.01

A REVELA��O � ou A Sina do Competente

Esta � est�ria de um sujeito competente, de seu pequeno furo e de sua grande revela��o.

ATEN��O: Este � um texto baseado em fatos absurdamente reais. Os nomes foram trocados, mas as pessoas e situa��es podem ser encopntradas em qualquer reparti��o p�blica de nosso pa�s e em algumas empresas privadas, todos os dias.

- Putz! Como isso pode ter acontecido?!!

Gomes � o funcion�rio mais que perfeito. N�o aquele tipo de funcion�rio padr�o: chato, puxa saco dos superiores, man� controlador dos iguais, que critica os colegas. Sujeito correto, respons�vel, humano, �s vezes chega atrasado, xinga o chefe, aceita brincadeiras numa boa. � um sujeito preocupado com a organiza��o do trabalho, camarada de todos, operoso, que gosta de fazer as coisas bem feitas. Uma pessoa normal, com um car�ter acima da m�dia.
O problema � que, naquele dia, apareceu um furo! O furo do Gomes. Foi uma data comemorativa para o urubus de tocaia da reparti��o:

- Gomes tinha dado o furo! Olha o furo do Gomes! � diziam os colegas, jocosamente.

O desespero do pobre Gomes era ris�vel: na sua pequena mesa entulhada de pap�is, ele passava as m�os pela cabe�a, repetidas vezes, o cabelo desgrenhado, os �culos desalinhados, suando frio, o olhar perdido.

- Putz! - era �nica coisa que repetia, baixinho, como que dizendo para si mesmo, enquanto mentalizava todo esfor�o para melhorar as condi��es de trabalho, provar que suas id�ias trariam benef�cios a todos os colegas, otimizar os resultados.

Aquele ano de trabalho fora estafante. Faltava espa�o, faltava material, o equipamento de trabalho era da pior qualidade, faltava estrutura, faltava organiza��o, faltava gente, faltava at� um chefe. Este, ali�s, existia fisicamente, mas ele ou ningu�m era a mesma coisa.

Geraldo, o Gestor Geral, era uma pessoa de bom cora��o, com a mente fraca, quase um incompetente. Era um caso a ser estudado: como chegou �quela posi��o de chefia? � Coisas do Servi�o P�blico � O sujeito era um cuca fresca, doente da cabe�a, em tratamento, tomando rem�dio. Todos o chamavam de Maluco Beleza, n�o ligava para nada:

- Geraldo, o computador est� com defeito.
- Legal. Manda consertar e fica na tua, malandro.
- Geraldo, t� faltando material.
- Quem mandou voc� gastar tudo.
- Geraldo, faz uma requisi��o de material e para consertar o computador.
Aproveita e pede para mandarem pessoal, precisamos de mais funcion�rios.
- T� pensando que � assim?!!!! Isso n�o � fun��o minha, se quer consertar o computador vai ao Setor de Inform�tica, material � com o Setor de suprimentos. N�o adianta pedir mais funcion�rio que o Recursos Humanos n�o manda.
- Geraldo, isso faz parte das usa atribui��es. Toma uma atitude.
- Que fun��o minha, o que, ot�rio?!!!! Tem um provimento a� que diz que isso � tudo deleg�vel. Gestor Geral � pago para n�o fazer nada, to cansado de tanto trabalhar, s�o quinze anos de Servi�o P�blico. Fica na tua, malandro
.

Um ano aturando isso, mas a luta valera a pena... at� ent�o. Gomes, ganhara o respeito do Chefe da Reparti��o, Sr. Ant�o.
Ant�o, � um senhor respeit�vel, mas que n�o se envolve diretamente com os problemas do servi�o... s� quando o cheiro de �podre� chega em seu gabinete. Quando isso acontece, o Sr. Ant�o ou convoca uma reuni�o geral para ouvir todos os funcion�rios, ou, ent�o, ouve a opini�o de cada um em separado � sempre muito am�vel, democr�tico � e decide, Imperialmente, por uma �solu��o� que ningu�m havia proposto e que n�o atende �s necessidades do servi�o, mas que:

- � o que pode ser feito, no momento, senhores. Ficamos assim.

O Sr. Ant�o, n�o respeita nem gosta do Geraldo, mas por uma dessas situa��es que s� servi�o p�blico pode criar, o cargo de Gerente Geral n�o � subordinado ao Chefe de Reparti��o. Por isso, dizia sempre o Geraldo:

- Vai ter que me engolir!

Os colegas em sua maioria eram bons sujeitos, mas sempre tem a ma�� podre no cesto. Alicinha � a expert em fazer nada: campe� de desentortar clipe de papel e testar el�stico. Interrompe seu �servi�o� a cada vinte minutos para dar uma �fumadinha que ningu�m � de ferro�. Manipula os funcion�rios mais humildes para fazer seu servi�o, enrola os colegas com sua l�bia e, pior, tira licen�a m�dica de dois em dois meses:

- Bati com o carro. Machuquei o tend�o do bra�o direito e o m�dico mandou repousar por 30 dias.
- Sabe o que �, estou com problema de press�o alta. O m�dico deu licen�a de 10 dias.
- Minha tia, que cuidou de mim a vida inteira est� pela hora da morte, posso ficar tr�s dias no hospital ?!!


Mas a Alicinha foi embora... algu�m percebeu que ela fazia muito bem o que sabia fazer: Nada! Ent�o, sob a apar�ncia de uma puni��o ela foi transferida para outra se��o, onde, pasmem, o Chefe era seu amigo do peito � dos peitos como insinuavam alguns. L� , ela e mais dois ou tr�s especialistas fazem nada o dia inteiro. Recebia rasgados elogios na ficha funcional, � funcion�ria querida por seus superiores.

O Cavalcant era �terr�vel�. Sujeito extrovertido, extremamente simp�tico, mas n�o tinha nenhuma considera��o pela fun��o que exercia, pelas pessoas que dependiam do seu trabalho, nem por seus colegas. Lutava artes marciais, era marombista e intimidava os colegas com isso. Chama o Gomes de �Shock de Monstro� (sujeito legal), respeito-o, mas acha ele um babaca por trabalhar. O problema do Cavalcant era que n�o tinha hor�rio, nem zelo com seu trabalho.

- Porra, Cavalcant! Duas da tarde! Cara, assim n�o d� pra segurar sua onda.
- Qual � o problema?!!! � falava estufando o peito e cruzando os bra�os. � Eu fa�o o meu servi�o, n�o importa a hora em que chego e saio. Fa�o e est� feito, n�o enche o meu saco.
- Cavalcant, seu trabalho � um lixo. Documentos fora de pauta, pastas e arquivos sujos, amassados e at� rasgados.
- Ce ta reclamando de qu�?! Isso aqui � um chiqueiro. � um Chiqueiro, mas um chiqueirinho gostoso, por que a gente trabalha mas se diverte. Se as condi��es fossem melhores, a qualidade do servi�o seria melhor tamb�m. Enquanto isso n�o acontece, eu jogo lixo no ch�o, chego tarde e n�o vou me matar por essa �M�, quero � o dinheiro no bolso no final do m�s.


Chiqueirinho Gostoso! Assim � que todos chamam aquela reparti��o. O Chiqueirinho Gostoso tem um Ar Imundicionado, de t�o sujo que � o filtro e de t�o velho que � o aparelho. O computador tem �uma manivela de inicializa��o� e a v�lvula do monitor tem que aquecer para funcionar. Sem falar no Nojeiro, ao lado da sala, exalando aquele odor de mict�rio entupido.
Cavalcant era terr�vel, mas caiu nas gra�as do Gestor Geral, a quem dava carona todos os dias. O Sr. Ant�o tamb�m gostava dele:

- Muito inteligente e espirituoso � dizia � vai longe.

Outros colegas, como em qualquer ambiente de trabalho, eram invejosos, ou medrosos, ou bons, ou eficientes, outros malandros, ou simp�ticos, ou, ou, ou... nada que merecesse destaque.
Mas o Gomes... quanta infelicidade! O competente Gomes, o s�rio Gomes, o eficiente Gomes, o operoso Gomes... O Gomes tinha dado um furo e, por isso, transformou-se, no Gomes �vaciloso�, no Gomes desatento, no Gomes inexperiente, no Gomes afobado. Sua fama, at� o final do dia j� era interdepartamental.
Gomes, ou seu furo, j� era objeto de chacota entre os colegas. O Chefe do Chefe do Chefe j� sabia do Gomes e do �Seu Furo�.

- Isto n�o pode ficar assim! � um absurdo! � bradava � A imagem da reparti��o n�o pode ser maculada por uma macha provocada por um insignificante funcion�rio de quinta categoria. Como pode ter sido admitido nos quadros?!!! Algo tem que ser feito. A puni��o tem de ser exemplar. O que pensar�o os representantes de outras reparti��es! E a popula��o atendida se revoltar� se nada fizermos. N�o podemos premiar a incompet�ncia deste funcion�rio. Logo naquele setor que funcionava melhor que os outros. O melhor tem que ser sempre o melhor, exemplar mesmo. Para continuar sendo o melhor, temos que expulsar de l� os desidiosos. Transfiram o Gomes para o pior setor de servi�o, junto com os demais incompetentes.

Quando o telefone tocou na reparti��o, no fim do expediente, Gomes sentiu a dor de cem chibatas. A imagem era do boi no abate: Olhar emba�ado, m�sculos tensos, a espera do inevit�vel, a inaceit�vel certeza do destino cruel. Nas poucas palavras de Geraldo ao telefone, Gomes percebeu que estava sendo mandado para os �Quintos dos Infernos�, o pior setor de toda a reparti��o, onde �habitavam� e �trabalhavam� os nefastos, os indesej�veis, os varridos para debaixo do tapete, os incompetentes. Era o fim. Quem ia para o Quintos dos Infernos desaparecia, nunca mais se ouvia falar na pessoa.

Gomes, firme nas suas convic��es, foi para o �Quintos dos Infernos� com a impress�o de que n�o vale a pena ser competente, destacar-se por um bom servi�o prestado. Ora, o menor dos furos toma a maior dimens�o. No meio de tanto descaso, incompet�ncia, falta de condi��es, s� com muito esfor�o se percebe o bom trabalho, mas para destru�-lo basta um pequeno descuido, que a ningu�m prejudicou.


Para surpresa de Gomes o �Quinto dos Infernos� era o Para�so.

As condi��es da instala��o e os equipamentos n�o eram melhores. No entanto, ap�s tr�s meses, Gomes percebeu que por alguma estranha coincid�ncia, l�, todos trabalhavam e tinham a consci�ncia da import�ncia de seu servi�o. Isso fazia com todos tivessem uma carga menor de trabalho, sendo o resultado de melhor qualidade. Os �indesej�veis incompetentes� eram a melhor equipe, esquecida nos quintos dos infernos. O problema era que ningu�m nunca sa�ra de l�, ningu�m obtinha promo��o ou era removido, o Quinto dos Infernos era o fim do mundo da Idade M�dia: um pa�o a mais levaria a uma queda no NADA absoluto.
Gomes teve ent�o uma revela��o, um desses momentos sublimes em que se entende o sentido, sen�o da vida, pelo menos das prova��es a que somos submetidos. N�o era uma revela��o m�stica. Era de uma l�gica profunda, um paradoxo arraigado na ess�ncia daquele �desservi�o p�blico�. Naquela noite, Gomes, depois de muito tempo, dormiu em paz, tranq�ilo, o verdadeiro sono dos justos. Afinal, seu furo era o de algu�m que incomodava por que obrigava, de certo modo, a que todos realizassem o servi�o com o mesmo zelo, dedica��o e compet�ncia... e isso implica em esfor�o e trabalho.

O Gomes sabia, agora, que o Quinto dos Infernos, era o lugar em que todos se igualavam, n�o havia diferen�as, injusti�as, for�as ocultas, melhor ou pior. O Quinto dos Infernos era o sonho de todo anarquista, socialista, democrata, comunista, crist�o, judeu, mul�umano, budista, hindu, ateu, etc... Ironicamente, por estarem todos na mesma situa��o, sem chance de sair dela, eram todos iguais e todos, de alguma forma, eram bons.
Audi�ncia

Continuo impressionado com nossa audi�ncia. Ontem, quando mandei meu �ltimo post, eram 107 visitas. Depois daquilo, s� teve um post do Bacalhau e um do Nareba, e j� estamos em 117!!!!

Os outros

Depois da dica de Coelho, fui ontem assistir a "Os outros". Filma�o de suspense, daqueles que n�o assisitia h� muito tempo. Sinceramente, n�o descobri o mist�rio (pelo menos n�o todo o mist�rio). Cota��o:++++

Mercosul

Olha a an�lise sobre essa lebre levantada pelo nariz que saiu na isto� da semana passada Clique aqui. � uma opini�o contr�ria, at� porque acho que os Bin Laden da vida n�o v�o perder muito tempo com a gente. Se tem terrorista por aqui, n�o � uma a��o do governo ou do povo brasileiro.

3.11.01

Pessoal, desculpem o atraso. Estou com alguns problemas e somente 1/3 do texto est� pronto (e falta revis�o), acho que pode ficara melhor. Tive problemas profissionais, uma gripe terr�vel, e um provedor fora doar. Por isso minhas inser��es no blog e nos mails s�o r�pidas. Tenho estudado para concursos e aulas.

Autram Dourado - J� nem me lembrava disso. A id�ia n�o � nova, nem me lembro se a id�ia foi tirad de outro texto. N�o sabia dos coment�rios.

As visitas s�o da CIA e FBI, procurando liga��es entre o Brasil e o bin Laden. Cuidado: O "OLHO" est� vigiando.

REynaldo
Foi mal, n�o havia percebido que aquele s�mbolo estranho era um contador!!!! Entro nesta porra todo dia. Temos recebido emails? Detalhe, j� s�o 107 visitas, e como s� voc� escreveu, acho que tem neguinho lendo a gente mesmo!!!!!
Pixotte, meu filho, h� quanto tempo voc� n�o visita a p�gina da coceba propriamente dita?
d� um pulo l�. � s� clicar aqui
quando vc fizer isso, vai perceber que a template mudou e que j� h� um contador de visitas ali no canto esquerdo da tela. a �ltima vez que vi (h� uns dois minutos), t�nhamos 103 visitas em nossa p�gina...

the others
fui ao cinema agora cedo, antes de vir trabalhar. fui assistir a "os outros". o filme � bom. muito bom.
um clima sombrio, uma hist�ria que consegue enganar algumas pessoas (tem sempre aquele ohhhh na hora que a surpresa � revelada) mas que tamb�m � simples o bastante para ser elucidada antes da metade da proje��o, e que tem o m�rito de fazer suspense sem muito mais que uma m�sica bem colocada e uns barulhos no andar de cima...
falar mais que isso � imposs�vel, pois acabaria estragando alguma coisa...

imagens
camarada, acho que n�o d� para inserir imagens que est� no seu HD. vc tem que hosped�-las na rede antes (cria uma p�gina no hpg s� pra isso. � mole!). mas vou procurar saber com um expert nestes assuntos: rochinha
Coelho, o que voc� acha de colocar um contador de visitas para termos id�ia da audi�ncia?
J� consertei os links para as mat�rias que indiquei, vale dar uma conferida, principalmente na segunda.
Erick X Ximbica, sei n�o, mas acho que tem algo errado

O "m�rito" pode at� n�o ter sido de Ximbica, mas com a boiolagem expl�cita de Tim Tones e Xuxa, acho que tamb�m n�o foi da bicha ruiva. Ou St� tem o h�mem complacente.
ABUTRES

Galera, voltando a falar sobre os m�ritos de nossa gera��o, tem um que � ineg�vel e que esta revolucionando este pa�s. O m�rito � daquele pessoal que tem uma profiss�o de abutre, que vive da desaven�a dos outros, que existe porque neguinho quer ser mais esperto, levar vantagem. Daquele pessoal que n�o produz porra nenhuma. Quer dizer, n�o produzia, T� falando dos advogados em geral e do Minist�rio p�blico em particular.
A revolu��o � diferente das revolu��es tradicionais porque � lenta. Est� acontecendo sem que as pessoas percebam. Mas porra, algu�m t� come�ando a moralizar este pa�s. M�ritos para os abutres.

2.11.01

vendo mat�ria no jornal nacional sobre o munic�pio de ponta grossa, no paran�, lembrei-me do velho enigma geogr�fico que assola o brasil:
Ser� que as jovens paraenses de Curralinho podem se casar com os rapazes de Ponta Grossa?
a) Que tipo de link voc�s querem inserir, camaradas?
se for uma url que joga para uma outra p�gina, o macete � o seguinte
copiem o endere�o que vcs querem transformar num link, cliquem naquele bot�o que tem um globo com um cadeado embaixo e copiem o endere�o para a caixa de di�logo que vai aparecer ali em cima. depois de clicar no ok, vai aparecer uma coisa parecida com essa no post de voc�s (tirei o primeiro sinal de menor "<" e o �ltimo sinal de ">" para que voc�s possam ver o que est� escrito)
a href="http://qualquer coisa.com.br"> </a
o segredo � escrever alguma coisa naquele espa�o entre os sinais > e < (que est�o em vermelho)
o que vcs escreverem ali vai aparecer sublinhado depois que voc�s mandarem o post
� simples, podem tentar

b) A vida j� se encarregou de dar muita porrada em ximba, meus amigos. ele acredita piamente que descaba�ou stef�nia...

c) passei nosso endere�o para outros blogueiros aqui do jornal, incluindo a cora r�nai

d) reynaldo � um vacil�o de marca maior

e) De Niro est� devendo um bom filme h� um temp�o.
Como eu fa�o para inserir um link? Tentei pelo insert link, mas n�o consegui.
Por que voc� n�o deu porrada em Ximbica?

Erick, pelo que consta vc � que ia pra Amaral Peixoto pegar uns travecos. Al�m do mais ainda t� rolando esse lance de fazer meiota com Xuxa.

Sairam duas coisas bem interessantes na Isto� desta semana. A primeira � uma entrevista com um cara da FGV, que analisa a pol�tica econ�mica brasileira.Para ler, entrem aqui
A outra � a an�lise de um intelectual paquistanes que vive na inglaterra sobre a guerra contra o terror: � s� clicar aqui

1.11.01

Nunca consegui fazer a template que queria para nosso blog e, por isso, resolvi pegar uma outra f�rma pronta da lista de templates do blogger... A verdade � que eu precisava dar uma incrementada na nossa p�gina, pois ela est� come�ando a ser visitada por uma porrada de gente diferente (al�m do link no blog do marlos, que deve estar trazendo navegantes pra c�, eu tenho divulgado nosso endere�o para algumas pessoas aqui no jornal)
� isso, meu povo: estamos sendo observados mundo afora...

S� uma perguntinha: L�cio, camarada, cad� a cr�nica??? Autran Dourado deve estar decepcionado com voc�, amigo...
boa tarde senhores do conselho... algumas constata��es:
- Xuxa e Erick n�o disseram se topam entrar no esquema das cr�nicas
- L�cio t� querendo fugir da responsabilidade de publicar o primeiro texto (j� s�o quatro dias de atraso)
- Pixotte est� querendo tirar o cara da cadeia porque esse moleque deve ser "avi�o" dele no tr�fico l� em Palotina
- Chebabe � burro pra caralho. ele j� entrou no blog mas, at� hoje, n�o conseguiu mandar um �nico post

Para ajudar Reynaldo em sua �rdua tarefa de escrever o conto sobre a "sina do competente", a� vai a coluna do pedro d�ria no No...
L�cio, amigo, leia com aten��o e aproveite todos os links que ele sugere... acho que vc vai gostar:
� s� clicar aqui
Quanda viadagem!!!!

Por falar em viadagem, muito estranho todo esse interesse de Pit-xotte em socorrer o pobre presidi�rio. Qual � Pixotte, t� querendo enganar quem? Voc� nunca foi t�o bom samaritano assim. Pra mim, o que vc quer mesmo � ir l� na cadeia pra fazer uma visitinha �ntima pro rapaz. De quebra ainda vai levar pro meliante um celular (daqueles bem grandes) escondido em alguma cavidade corp�rea.

Leo, valeu pela piada! O papo tava muito cabe�a mesmo... A prop�stito, fodam-se os vestibulandos da UFRJ que se forem estudar l�, por causa das greves ir�o fazer um curso de 5 anos em 7. Se eu fosse fazer vestibular hoje, faria para a PUC que tem n�vel igual ou melhor do que as Federais, mas n�o foi sucateda por nossos �ltimos governantes.

Abra�os a todos.
Qual o problema??? Tava atrasado pro mich�???? Ou tava com pressa para abrir o vibrador novo????
Meia-noite e voc� ainda queria que eu tirasse os sinais!! T� pensando que sou funcion�rio p�blico, gastando tubos de hipogl�s?!
Estive fora ontem, dando um curso numa cidade vizinha (Toledo, lembram das olimp�adas lassalistas?).
Porra xuxa, tire pelo menos aqueles sinais (>>>).

Coelho, se todo mundo fosse jornalista, os avi�es para as ilhas Coelho, quer dizer Maur�cio estariam sempre lotados.

Bom feriado pra vcs.